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Aliança Negra Pelo Fim da Violência

#AliançaNegraPeloFimDaViolencia #VidasNegrasImportam


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Aliança Negra Pelo Fim da Violência

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Resultado

É com muita alegria e com grande orgulho que anunciamos os projetos selecionados no Edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência.

A parceria do ELAS+ com a Fundação Ford vai doar quase 6 milhões de reais para fortalecer organizações da sociedade civil que atuam na luta contra o racismo no Brasil, com projetos voltados para o enfrentamento à violência racial.

Recebemos 229 inscrições de organizações e redes de todas as regiões do país. Agradecemos a participação de todes e incentivamos os grupos não selecionados a continuarem atentes às novas oportunidades.

Com RECURSOS EXTRAS, pudemos apoiar mais uma organização, totalizando 16 organizações e redes contempladas neste edital.

Confira a lista das 16 organizações selecionadas no edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência:

Resumo dos grupos – Aliança Negra pelo Fim da Violência

  • COMUNENA – Coletivo de Mulheres Negras ‘Maria-Maria’

É o primeiro coletivo, com surgimento em 2014, a atuar exclusivamente na construção e desenvolvimento de projetos e ações voltadas ao enfrentamento à violência racial e de gênero que se projeta sobre os corpos de mulheres negras e LBTs, que sobrevivem em diferentes contextos de violência na região Transamazônica.

  • Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas

Fundado por um grupo de jovens em 2006, no Complexo de Favelas Maré, o grupo tem o objetivo de minimizar preconceitos vividos pelas pessoas LGBTQI+ nas favelas, com foco nos direitos humanos, promoção da saúde, cultura, educação, desenvolvimento territorial e segurança pública, considerando a indissociabilidade entre as demandas da população LGBTQIA+ e as questões raciais.

  • Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB)

Criada em 1999 com objetivo de promover a ação política articulada de grupos e organizações não governamentais de mulheres negras brasileiras, fortalecer o enfrentamento ao racismo, ao sexismo, à opressão de classe, à lesbofobia e à todas as formas de discriminação, a fim de contribuir para a transformação das relações de poder existentes no Brasil.

  • Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará - CEDENPA

O CEDENPA foi fundado em 1980 com os objetivos ligados diretamente à luta contra o racismo, as desigualdades socio-raciais e de gênero com atuação nos âmbitos municipal, estadual, nacional e, em menor escala, a nível internacional, através de fóruns, conselhos e outros. Atualmente, está ligado à diferentes redes, dentre elas a: Rede Bragantina de Economia Solidária, Rede Fulanas; AMNB; Coalizão Negra por Direitos, ABONG e Fórum da Amazônia Oriental.

  • IROHIN - Centro de Documentação, Comunicação e Memória Afro-brasileira

É uma ONG formada da mobilização política no pós Marcha Zumbi dos Palmares, em 1995. A atuação se dá na formação de ativistas, no monitoramento de projetos de interesse da população negra nos Legislativos, na realização de projeto de comunicação política, na formação antirracista, na defesa das ações afirmativas e na preservação da memória de descendentes de africanos no Brasil.

  • Rede Nacional de Mulheres Negras no Combate à Violência

Instituída na cidade de Campinas/SP, em 2008, a rede surgiu durante um encontro de mulheres negras, onde estavam presentes mulheres negras de toda as regiões do país. É voltada para a denúncia das formas de violência sofridas pelas jovens e mulheres negras, com ações de combate ao racismo, realização de atos, passeatas, audiências públicas, cursos de formação e participação institucional.

  • REDE NACIONAL DE FEMINISTAS ANTIPROIBICIONISTAS

A Rede nasceu do amplo encontro de mulheres ativistas por uma nova política de drogas no Brasil, com foco principal na defesa dos direitos humanos dos grupos de mulheres atingidas pelo modelo proibicionista, quais sejam as mulheres negras, encarceradas, profissionais do sexo, usuárias de drogas, mulheres em situação de rua, mães vítimas da violência e sobreviventes do sistema.

  • Rede de Mulheres Negras de Alagoas em representação da Coalizão Negra por Direitos

É uma organização criada em 2014 com atuação pública contra o racismo, sexismo, violência de gênero e justiça social. Integra a Coalizão Negra por Direitos desde a sua criação em 2019, que iniciou com o objetivo de incidir no Congresso Nacional contra o Pacote Moro que criminalizava a população negra e jovem como expressão de segurança pública.

  • Criola

Criola é uma organização fundada em 1992, que tem como missão, instrumentalizar mulheres negras para o enfrentamento do racismo, sexismo, lesbofobia e transfobia e para a melhoria das condições de vida da população negra. Atua através da criação e aplicação de novas tecnologias para a luta políticas; produção de conhecimento qualificado por dados sobre as questões de direitos; e formação de lideranças negras aptas a elaborar agendas por políticas públicas e a conduzir processos de interlocução com gestores públicos.

  • Blogueiras Negras

Blogueiras Negras foi lançado em 2013 com o intuito de reunir e visibilizar narrativas de mulheres negras na internet capazes de abordar temas cotidianos a partir das nossas singularidades. Tornou-se um espaço referencial de produção e compartilhamento da intelectualidade de mulheres negras, tanto no meio universitário quanto no ativismo. Posteriormente, constituiu-se com a missão de “inspirar mulheres negras a contar suas próprias histórias".

  • Geledes Instituto da Mulher Negra

É uma organização da sociedade civil que se posiciona em defesa de mulheres e negros em função das desvantagens e discriminações que estes grupos sofrem no acesso às oportunidades sociais em função do racismo e do sexismo vigentes na sociedade brasileira. Atua na capacitação de mulheres negras em comunicação, mídia, advocacy, atuação em rede para a formação em educomunicação e empoderamento de ativistas e instituições dos movimentos sociais.

  • Agenda Nacional pelo Desencarceramento

Surgiu através de uma audiência pública com o Governo Federal provocada pelo movimento Mães de Maio em 2013, com a articulação dos movimentos e organizações sociais de enfrentamento ao Estado Penal que apresentaram uma agenda para o sistema prisional, cuja proposta central apontava para a exigência de um programa de desencarceramento que estabelecesse metas claras para a redução imediata e drástica da população prisional.

  • Rede de Mulheres Negras do Nordeste

A Rede surgiu em 2013, a partir do processo de mobilização e rearticulação de organizações de mulheres negras da região Nordeste, no âmbito do projeto “Tecendo a Rede de Mulheres Negras do NE”. Tem como principal objetivo construir o processo de articulação e mobilização das organizações de jovens, mulheres cis, trans e lésbicas negras, a fim de construir uma agenda conjunta de Incidência Política para o enfrentamento do racismo, sexismo, lesbitransfobia e a fome.

  • Associação das Prostitutas de Minas Gerais – APROSMIG

É uma organização fundada em 2009 por um grupo de trabalhadoras sexuais (TS) e militantes do movimento de prostitutas, que se propõem representá-las e auxiliá-las em questões pertinentes à ocupação, ações de empoderamento, protagonismo, acesso à direitos, enfrentamento às violências contra mulheres e a putafobia; ações culturais e integração a outros movimentos sociais, sociedade civil, academia e entidades público e privadas.

  • Fórum Nacional de Travestis e Transexuaisq Negras - FONATRANS

É uma organização transfeminista de abrangência nacional, com 79 organizações filiadas distribuídas em todo o território nacional, reconhecida dos movimentos negros e LGBTI+, contribui para travestis e transexuais negras terem acesso à justiça, realizando o acompanhamento de casos de violência, ações de promoção da cidadania plena e a luta contra o racismo, transfobia, machismo e intolerância religiosa.

  • Associação Remanescente da Comunidade Quilombola do América

A associação surgiu em 2007 quando muitos quilombolas estavam em situação de insegurança alimentar. Tem o reconhecimento da Fundação Cultural de Palmares e atua a partir da articulação junto à parcerias da sociedade civil e poder público com ações antirracistas no território quilombola e políticas públicas para o povo preto de Bragança nas esferas da educação, saúde saneamento básico, território e territorialidade.

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É com muita alegria e com grande orgulho que anunciamos os projetos selecionados no Edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência.

A parceria do ELAS+ com a Fundação Ford vai doar quase 6 milhões de reais para fortalecer organizações da sociedade civil que atuam na luta contra o racismo no Brasil, com projetos voltados para o enfrentamento à violência racial.

Recebemos 229 inscrições de organizações e redes de todas as regiões do país. Agradecemos a participação de todes e incentivamos os grupos não selecionados a continuarem atentes às novas oportunidades.

Com RECURSOS EXTRAS, pudemos apoiar mais uma organização, totalizando 16 organizações e redes contempladas neste edital.

Resumo dos grupos – Aliança Negra pelo Fim da Violência

  • COMUNENA – Coletivo de Mulheres Negras ‘Maria-Maria’

É o primeiro coletivo, com surgimento em 2014, a atuar exclusivamente na construção e desenvolvimento de projetos e ações voltadas ao enfrentamento à violência racial e de gênero que se projeta sobre os corpos de mulheres negras e LBTs, que sobrevivem em diferentes contextos de violência na região Transamazônica.

  • Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas

Fundado por um grupo de jovens em 2006, no Complexo de Favelas Maré, o grupo tem o objetivo de minimizar preconceitos vividos pelas pessoas LGBTQI+ nas favelas, com foco nos direitos humanos, promoção da saúde, cultura, educação, desenvolvimento territorial e segurança pública, considerando a indissociabilidade entre as demandas da população LGBTQIA+ e as questões raciais.

  • Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB)

Criada em 1999 com objetivo de promover a ação política articulada de grupos e organizações não governamentais de mulheres negras brasileiras, fortalecer o enfrentamento ao racismo, ao sexismo, à opressão de classe, à lesbofobia e à todas as formas de discriminação, a fim de contribuir para a transformação das relações de poder existentes no Brasil.

  • Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará - CEDENPA

O CEDENPA foi fundado em 1980 com os objetivos ligados diretamente à luta contra o racismo, as desigualdades socio-raciais e de gênero com atuação nos âmbitos municipal, estadual, nacional e, em menor escala, a nível internacional, através de fóruns, conselhos e outros. Atualmente, está ligado à diferentes redes, dentre elas a: Rede Bragantina de Economia Solidária, Rede Fulanas; AMNB; Coalizão Negra por Direitos, ABONG e Fórum da Amazônia Oriental.

  • IROHIN - Centro de Documentação, Comunicação e Memória Afro-brasileira

É uma ONG formada da mobilização política no pós Marcha Zumbi dos Palmares, em 1995. A atuação se dá na formação de ativistas, no monitoramento de projetos de interesse da população negra nos Legislativos, na realização de projeto de comunicação política, na formação antirracista, na defesa das ações afirmativas e na preservação da memória de descendentes de africanos no Brasil.

  • Rede Nacional de Mulheres Negras no Combate à Violência

Instituída na cidade de Campinas/SP, em 2008, a rede surgiu durante um encontro de mulheres negras, onde estavam presentes mulheres negras de toda as regiões do país. É voltada para a denúncia das formas de violência sofridas pelas jovens e mulheres negras, com ações de combate ao racismo, realização de atos, passeatas, audiências públicas, cursos de formação e participação institucional.

  • REDE NACIONAL DE FEMINISTAS ANTIPROIBICIONISTAS

A Rede nasceu do amplo encontro de mulheres ativistas por uma nova política de drogas no Brasil, com foco principal na defesa dos direitos humanos dos grupos de mulheres atingidas pelo modelo proibicionista, quais sejam as mulheres negras, encarceradas, profissionais do sexo, usuárias de drogas, mulheres em situação de rua, mães vítimas da violência e sobreviventes do sistema.

  • Rede de Mulheres Negras de Alagoas em representação da Coalizão Negra por Direitos

É uma organização criada em 2014 com atuação pública contra o racismo, sexismo, violência de gênero e justiça social. Integra a Coalizão Negra por Direitos desde a sua criação em 2019, que iniciou com o objetivo de incidir no Congresso Nacional contra o Pacote Moro que criminalizava a população negra e jovem como expressão de segurança pública.

  • Criola

Criola é uma organização fundada em 1992, que tem como missão, instrumentalizar mulheres negras para o enfrentamento do racismo, sexismo, lesbofobia e transfobia e para a melhoria das condições de vida da população negra. Atua através da criação e aplicação de novas tecnologias para a luta políticas; produção de conhecimento qualificado por dados sobre as questões de direitos; e formação de lideranças negras aptas a elaborar agendas por políticas públicas e a conduzir processos de interlocução com gestores públicos.

  • Blogueiras Negras

Blogueiras Negras foi lançado em 2013 com o intuito de reunir e visibilizar narrativas de mulheres negras na internet capazes de abordar temas cotidianos a partir das nossas singularidades. Tornou-se um espaço referencial de produção e compartilhamento da intelectualidade de mulheres negras, tanto no meio universitário quanto no ativismo. Posteriormente, constituiu-se com a missão de “inspirar mulheres negras a contar suas próprias histórias".

  • Geledes Instituto da Mulher Negra

É uma organização da sociedade civil que se posiciona em defesa de mulheres e negros em função das desvantagens e discriminações que estes grupos sofrem no acesso às oportunidades sociais em função do racismo e do sexismo vigentes na sociedade brasileira. Atua na capacitação de mulheres negras em comunicação, mídia, advocacy, atuação em rede para a formação em educomunicação e empoderamento de ativistas e instituições dos movimentos sociais.

  • Agenda Nacional pelo Desencarceramento

Surgiu através de uma audiência pública com o Governo Federal provocada pelo movimento Mães de Maio em 2013, com a articulação dos movimentos e organizações sociais de enfrentamento ao Estado Penal que apresentaram uma agenda para o sistema prisional, cuja proposta central apontava para a exigência de um programa de desencarceramento que estabelecesse metas claras para a redução imediata e drástica da população prisional.

  • Rede de Mulheres Negras do Nordeste

A Rede surgiu em 2013, a partir do processo de mobilização e rearticulação de organizações de mulheres negras da região Nordeste, no âmbito do projeto “Tecendo a Rede de Mulheres Negras do NE”. Tem como principal objetivo construir o processo de articulação e mobilização das organizações de jovens, mulheres cis, trans e lésbicas negras, a fim de construir uma agenda conjunta de Incidência Política para o enfrentamento do racismo, sexismo, lesbitransfobia e a fome.

  • Associação das Prostitutas de Minas Gerais – APROSMIG

É uma organização fundada em 2009 por um grupo de trabalhadoras sexuais (TS) e militantes do movimento de prostitutas, que se propõem representá-las e auxiliá-las em questões pertinentes à ocupação, ações de empoderamento, protagonismo, acesso à direitos, enfrentamento às violências contra mulheres e a putafobia; ações culturais e integração a outros movimentos sociais, sociedade civil, academia e entidades público e privadas.

  • Fórum Nacional de Travestis e Transexuaisq Negras - FONATRANS

É uma organização transfeminista de abrangência nacional, com 79 organizações filiadas distribuídas em todo o território nacional, reconhecida dos movimentos negros e LGBTI+, contribui para travestis e transexuais negras terem acesso à justiça, realizando o acompanhamento de casos de violência, ações de promoção da cidadania plena e a luta contra o racismo, transfobia, machismo e intolerância religiosa.

  • Associação Remanescente da Comunidade Quilombola do América

A associação surgiu em 2007 quando muitos quilombolas estavam em situação de insegurança alimentar. Tem o reconhecimento da Fundação Cultural de Palmares e atua a partir da articulação junto à parcerias da sociedade civil e poder público com ações antirracistas no território quilombola e políticas públicas para o povo preto de Bragança nas esferas da educação, saúde saneamento básico, território e territorialidade.

No Brasil, o racismo possui diferentes formas de expressão, e a vulnerabilidade à violência armada é uma delas.

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Aliança Negra Pelo Fim da Violência A Aliança Negra Pelo Fim da Violência, teve início em 2021, a partir da parceria do ELAS+ com a Fundação Ford, com o apoio direto a 78 grupos e organizações com liderança de mulheres negras e trans negras(es), localizadas em todas as regiões do país. Mais de 1 milhão de reais foram investidos em ações a serem realizadas pelos grupos e organizações apoiadas até agosto de 2022.Para a expansão da Aliança Negra, a Fundação Ford e o ELAS+ tornam público o Edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência que doará cerca de 5 milhões e meio de reais a fim de fortalecer organizações da sociedade civil que atuam no enfrentamento ao racismo no Brasil, em especial, contra a violência racial.

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A parceria do ELAS+ com a Fundação Ford vai doar cerca de 5 milhões e meio de reais para fortalecer organizações da sociedade civil que atuam na luta contra o racismo no Brasil, com projetos voltados para o enfrentamento à violência racial.

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Confira a lista das 15 organizações selecionadas no edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência:

  • Agenda Nacional pelo Desencarceramento;
  • Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB);
  • Associação Remanescente da Comunidade Quilombola do América;
  • Associação das Prostitutas de Minas Gerais;
  • Blogueiras Negras;
  • Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará - CEDENPA; 
  • COMUNEMA - Coletivo de Mulheres Negras 'Maria-Maria';
  • Criola;
  • Fórum Nacional De Travestis e Transexuais Negras - FONATRANS; 
  • Geledés Instituto da Mulher Negra;
  • Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas; 
  • IROHIN -Centro de Documentação, Comunicação e Memória Afro Brasileira; 
  • Rede de Mulheres Negras do Nordeste;
  • Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas;
  • Rede Nacional de Mulheres Negras no Combate à Violência.

Aliança Negra Pelo Fim da Violência

A Aliança Negra Pelo Fim da Violência, teve início em 2021, a partir da parceria do ELAS+ com a Fundação Ford, com o apoio direto a 78 grupos e organizações com liderança de mulheres negras e trans negras (es), localizadas em todas as regiões do país. Mais de 1 milhão de reais foram investidos em ações a serem realizadas pelos grupos e organizações apoiadas até agosto de 2022.

Para a expansão da Aliança Negra, a Fundação Ford e o ELAS+ tornam público o Edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência que doará cerca de 5 milhões e meio de reais a fim de fortalecer organizações da sociedade civil que atuam no enfrentamento ao racismo no Brasil, em especial, contra a violência racial.

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Aliança Negra Pelo Fim da Violência

A Aliança Negra Pelo Fim da Violência, teve início em 2021, a partir da parceria do ELAS+ com a Fundação Ford, com o apoio direto a 78 grupos e organizações com liderança de mulheres negras e trans negras (es), localizadas em todas as regiões do país. Mais de 1 milhão de reais foram investidos em ações a serem realizadas pelos grupos e organizações apoiadas até agosto de 2022.

Para a expansão da Aliança Negra, a Fundação Ford e o ELAS+ tornam público o Edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência que doará cerca de 5 milhões e meio de reais a fim de fortalecer organizações da sociedade civil que atuam no enfrentamento ao racismo no Brasil, em especial, contra a violência racial.

Uma pessoa negra tem
2,6 chances a mais de ser
vítima de morte violenta
que uma pessoa não negra.
Atlas da Violência, 2021

Vidas Negras Importam

O Edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência apoiará as incidências coletivas em: racismo institucional e genocídio da população negra; violência contra mulheres negras e pessoas trans negras(es); e a produção de comunicação antiviolência racial. Além disso, visa fortalecer o protagonismo, o ativismo e as iniciativas lideradas ou coordenadas por mulheres negras e/ou pessoas trans negras(es), ainda que elas atuem em organizações mistas (com homens negros e mulheres negras).

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Uma pessoa negra tem 2,6 chances a mais de ser vítima de morte violenta que uma pessoa não negra.

Vidas Negras Importam

O Edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência apoiará as incidências coletivas em: racismo institucional e genocídio da população negra; violência contra mulheres negras e pessoas trans negras(es); e a produção de comunicação antiviolência racial. Além disso, visa fortalecer o protagonismo, o ativismo e as iniciativas lideradas ou coordenadas por mulheres negras e/ou pessoas trans negras(es), ainda que elas atuem em organizações mistas (com homens negros e mulheres negras).

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