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Há muitos anos, o ELAS+ busca a equidade de gênero e raça nos esportes como ferramenta de transformação social, acreditando e apoiando meninas e mulheres. Essa é uma das nossas áreas de investimento.

Fomos uma das organizações responsáveis pela criação do Women Win, um fundo feminino global dedicado em promover os direitos das mulheres e meninas por meio do esporte. Também criamos o ELAS nos Esportes, uma de nossas iniciativas mais recente que nasceu com a missão de apoiar a prática esportiva entre mulheres e meninas e garantir o fomento de suas habilidades.

As Olimpíadas de Tóquio foram um marco histórico, seja por sua realização durante a maior crise sanitária do planeta causada pelo Covid-19, como também pela presença de quase 49% de atletas mulheres.

Além disso essa Olimpíada entra para história por ter a maior presença de atletas autodeclarados LGBTQIA+. Segundo o site esportivo OutSportes, veículo com foco nos esportes e atletas LGBTQIA+, os jogos desse ano têm 160 atletas entre lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queers e não binários assumidos.

Dos 309 atletas brasileiros no Japão, 145 eram mulheres. E das 21 medalhas, 9 delas foram conquistadas pelas mulheres. Destaque para Rebeca Andrade, ginástica artística, medalha de ouro e prata, e Rayssa Leal, de apenas 13 anos, prata no skate, modalidade inédita nessa edição.

Nesse momento que o Brasil participa das Paralimpíadas, vale destacar Beth Gomes, a atleta mais velha dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, que aos 56 anos nos emocionou conquistando a 1ª medalha de ouro da sua carreira! E também a nadadora pernambucana Carol Santiago, que disputando os Jogos Paraolímpicos pela primeira vez, conquistou três medalhas de ouro na competição e ainda quebrou o recorde paraolímpico na categoria.

Acreditamos nas mulheres e meninas com a mesma força que acreditamos que não basta torcer – é preciso apoiar. O ELAS+ parabeniza todas as atletas da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

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